CIJ

Corte Internacional de Justiça

Os conflitos advindos da Secessão da República Federal Socialista da Iugoslávia marcaram a história do mundo por trazer, no contexto contemporâneo do pós-Segunda Guerra, o horror de inúmeras perdas agravadas pelo cenário de revanche étnica. Com isso, a independência de vários países foi possível, dentre eles a Croácia que ao lutar contra a República Federal Iugoslava fez do combate cerne para a dissolução do país. O duelo entre o exército nacional, vinculado à República Sérvia, e os croatas apresentou cenas de extremo medo, como o cerco de Vukovar.
As marcas do embate entre croatas e servos ultrapassaram o fim do conflito o que fez os croatas, em 1999, levar a Corte Internacional de Justiça a alegação contra os sérvios sobre a Violação da Convenção de Genocídio. O caso teve grande repercussão entre a Comunidade Internacional, tendo seu resultado apresentado apenas no ano de 2015 com emissão do acordão dos Juízes da Corte.
Pensar a história dos Balcãs é problematizar a relação de diferentes etnias perante o âmago político. A Corte Internacional de Justiça como a organização jurídica da ONU, se esforçou durante 16 anos para apresentar um parecer a Comunidade Internacional sobre o caso, que levado em conta diferentes argumentos de croatas e sérvios, se tornou ícone para a historia do direito internacional.

Diretores

Daisy Bispo Teles

Caros Participantes, é um prazer conhecê-los! Sou Daisy Bispo Teles, graduanda de Relações Internacionais no terceiro período. Vim de São José dos Campos, SP, e após ajudar o MIRIN ano passado nos backgrounds, me ingresso, em 2016, na Presidência da Corte Internacional de Justiça, comitê preparado com muito carinho por mim e meus colegas. Tenho acompanhado o mundo das simulações por 6 anos e participar com vocês este ano do evento da Casa (PUC-RJ) será a gratificação que tenho por esse “universo MUN” e pelo estudo das Relações Internacionais. Nos vemos em breve…

Fernanda Marinho

Queridos agentes! Me chamo Fernanda Marinho, tenho 18 anos e estou no primeiro período de Artes Cênicas na PUC Rio. Nasci em Salvador, depois fui pra São José dos Campos em São Paulo e agora estou aqui na cidade maravilhosa. Ultimamente vivo muito das problematizações que a vida nos dá. Descobri o mundo das simulações aos meus 14 anos e acabou virando um tipo de religião. A CIJ será uma experiência incrível para os senhores, e faremos de tudo para que possam sentir como se fossem reais agentes. Nos vejamos em agosto!

Victor Toscano

Senhoras e Senhores. Juízas, Juízes, Agentes.

Bem vindos à primeira Corte Internacional de Justiça do MIRIN!
Me chamo Victor Toscano, tenho 20 anos e estou cursando o quinto período de Relações Internacionais.
Quanto às simulações, essa será minha segunda experiência com o MIRIN: fui diretor do Conselho de Segurança na décima segunda edição e, agora, serei Presidente.
Espero que os 4 dias como Magistrados da CIJ sejam tão proveitosos para vocês, Juízes e Agentes, quanto para nós, Presidentes, que nos empenhamos com tanto carinho para arquitetar a primeira simulação do principal órgão jurídico da ONU no Rio de Janeiro.
Nos veremos em Haia!

João Valera

Prezados delegados,

Meu nome é João Valera, tenho 22 anos e atualmente sou aluno do curso de Direito.  Nesse MIRIN, participo da Corte Internacional de Justiça com muita satisfação, um comitê que simulei várias vezes ao longo desses sete anos que possuo com modelos diplomáticos. Aguardo ansiosamente a presença dos senhores.